sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

4º dia Aneros. O dia D, ou dia O

Pois é, ontem foi o dia. Tive o meu primeiro orgasmo de corpo, ou orgasmo anal (não sei muito bem qual dos dois) com o meu Progasm Ice. Voltei a ler mais uns posts sobre o como fazer e percebi que não tinha lubrificado o meu reto suficientemente e que isso é muito importante para que o Progasm possa mover-se livremente com a respiração e assim massajar a próstata e os tecidos em volta.
Desta vez, então, resolvi usar óleo de coco biológico. Como está frio o óleo está solidificado e é fácil introduzi-lo no ânus, tipo supositório. Usei duas colheres de chá bem cheias de óleo e ainda introduzi uma carteirinha de lubrificante à base de água com a ajuda do dedo. Com tanta lubrificação foi muito fácil introduzir o Progasm. Apenas tive que colocar uma tolha por baixo do corpo para não encher de óleo os lençois.
Comecei com uns 10 minutos de respiração profunda como das vezes anteriores e comecei, quase desde o início a sentir um pequeno formigueiro na base do períneo e na zona da próstata. Não sei bem identificar a zona porque me parecia uma coisa meio difusa e não localizada num só ponto. Foram pequeninas sensações muito agradáveis que iam e vinham com a respiração. Depois comecei a fazer contrações de períneo com várias intensidade e com várias velocidades. Resolvi experimentar mexer também na respiração. Comecei a intensificar a respiração, aumentado o ritmo respiratório, sempre no abdómen e com alguma contração do períneo. Não sei se contraía propositadamente ou se era uma reação da respiração acelerada mas senti contração e pressão do Progasm no meu interior. Fui aumentado o ritmo da respiração durante alguns minutos, talvez uns 3 minutos, ao fim dos quais comecei a sentir as mãos a formigar, a cabeça a ficar com tensão e meio zonza. Ai dirigi intencionalmente a minha atenção para as sensações do ânus e da próstata, que nunca chegaram a desaparecer, e parei a respiração intensa. Nesse momento deu-se a coisa! Comecei a sentir temores no meu abdomen e no períneo, pois sentia que o Progasm me massajava ritmicamente com a respiração. Estas sensações e manifestações físicas duraram cerca de 1 a 2 minutos. As sensações de prazer, os formigueiros no períneo, nunca desapareceram completamente mas os tremores e espasmos acalmaram. Voltei a despertá-los com a respiração intensa mais umas duas vezes e sempre se repetiu o processo e as mesmas sensações, talvez uma pouco mais intensamente da da primeira vez. Nunca tive um super orgasmo, acho eu... Mas foi muito agradável e vou querer MESMO repetir a experiência.
Continua a ser um momento muito agradável de convívio com o meu corpo e de despertar das minha sensações corporais e sexuais sem recorrer ao pénis.
Tenho que dizer que desta vez resolvi estimular os testículos, massajando-os e apertando-os e verifiquei que estavam muito sensíveis e que esse estímulos me dava muito mais prazer com ligação directa às sensações de formigueiro da próstata.

Sem comentários:

Enviar um comentário